Apostila para Concurso da FIOCRUZ – Assistente Técnico de Gestão em Saúde – Cod n0113

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Adquira ja a nova Apostila Concurso FIOCRUZ  – Assistente Técnico de Gestão em Saúde.

Material indispensável para o aqueles que almejam a se preparar para o próximo Concurso da FIOCRUZ – Fundação Oswaldo Cruz.

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Apostila elaborada para a prova do Concurso FIOCRUZ, direcionada ao cargo de Assistente Técnico de Gestão em Saúde.

A Apostila para Concurso da FIOCRUZ 2016 foi totalmente revista e atualizada conforme o edital do IABAS Junho de 2016 contendo 446 páginas sendo disponibilizada nas versões : impressa ( formato livro enviado pelos correios) e digital pdf download (um link e liberado para baixar o material podendo estudar em seu iPad, Tablet, PC e Notebook)

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[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_tta_tour active_section=”1″ title=””][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-rocket” n_fontawesome=”fa fa-rocket” title=”OBJETIVO” tab_id=”concurso” add_icon=”true”][vc_column_text]

Concurso FIOCRUZ 2016

Cargo :  ASSISTENTE TÉCNICO DE GESTÃO EM SAÚDE
Inscrições: de 04/07/2016 a 08/08/2016
Salário:  R$ 2.313,61 Provas :  25/09/2016
Nível : Médio
Vagas : 21
Organizadora: FIOCRUZ  / EDITAL: Acessar Taxa de Inscrição: R$ 70,00

Aberto concurso público para Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ, para o cargo de Assistente Técnico de Gestão em Saúde.

São 21 vagas, com remuneração de R$ 2.313,61 e carga horária de 40 horas semanais. Para concorrer à vaga o candidato deve possuir nível médio.

As inscrições serão realizadas no endereço eletrônico da FIOCRUZ, concurso.fiotec.fiocruz.br, no período de 04 de julho de 2016 a 08 de agosto de 2016. A taxa de inscrição é de R$ 70,00.

A prova está prevista para ser realizada no dia 25 de setembro de 2016.

[/vc_column_text][/vc_tta_section][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-pencil” title=”CONTEÚDO” tab_id=”materias” add_icon=”true”][vc_column_text]O Conteúdo da Apostila para Concurso da FIOCRUZ  – Assistente Técnico de Gestão em Saúde Contempla :

– Língua Portuguesa
– Raciocínio Lógico
– Noções de Administração Pública

[/vc_column_text][/vc_tta_section][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-book” title=”PROGRAMAÇÃO COMPLETA” tab_id=”conteudo-programatico” add_icon=”true”][vc_column_text]Conteúdo programático completo da Apostila para Concurso da FIOCRUZ  – Assistente Técnico de Gestão em Saúde

LÍNGUA PORTUGUESA
1. Compreensão e interpretação de texto. 2. Tipologia textual. 3. Discurso direto e indireto. 4. Ortografia. 5. Emprego das classes de palavras. 6.
Acentuação gráfica. 7. Pontuação. 8. Uso da crase. 9. Concordância nominal e verbal. 10. Regência nominal e verbal. 11. Flexões nominal e verbal.
12. Vozes verbais. 13. Sintaxe da oração e do período. 14. Uso dos pronomes. 15. Redação oficial.

RACIOCÍNIO LÓGICO
1. Estruturas lógicas. 2. Proposições simples e compostas. 3. Tabela verdade. 4. Operação com conjuntos. 5. Princípios de contagem e noção de
probabilidade. 6. Diagramas lógicos, tabelas e gráficos. 7. Juros. 8. Cálculo com porcentagem. 9. Equivalências lógicas. 10. Problemas de raciocínio:
deduzir informações de relações arbitrárias entre objetos, lugares, pessoas e/ou eventos fictícios dados.

NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
1. Constituição da República Federativa do Brasil: organização do Estado, direitos e garantias fundamentais e organização dos poderes. 2. Leis nº
8112/90, 8666/93, 9784/99 e 11.355/2006. Noções de ética pública. 3. Noções de arquivo. 4. Noções de atendimento ao público. 5. Noções de
administração financeira, de recursos humanos e de materiais no serviço público. 6. Noções de Direito Administrativo: conceitos, princípios básicos,
atos administrativos, estrutura administrativa, poderes administrativos, conceito e classificação dos serviços públicos e agentes públicos.

[/vc_column_text][/vc_tta_section][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-star” title=”DIFERENCIAIS” tab_id=”diferenciais” add_icon=”true”][vc_column_text]A Apostila para Concurso da FIOCRUZ  – Assistente Técnico de Gestão em Saúde foi atualizada com base no edital publicado recentemente o que torna o seu conteúdo atual e relevante.

Não basta estudar, coloque em prática seus conhecimentos, o  material conta com exercícios que seguem a linha de avaliação da banca examinadora do concurso, desta forma, você já fica familiarizado com a estrutura de prova.

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Requisitos para ingresso :  Ensino médio completo e, no mínimo, 1 (um) ano de experiência no perfil, de acordo com o artigo nº 25, item III da Lei nº 11.355/2006.

Síntese das Atribuições: Suporte administrativo: protocolo, conferência, atualização e arquivamento de documentos; estoque de material; Redação de minuta de documentos; Controle e manutenção de sistemas de informações da administração pública federal e sistemas institucionais; Contatos e recepção de pessoas; Participação em organização de eventos; Elaboração de planilhas, tabelas, quadros demonstrativos, gráficos, apresentações. Controle patrimonial.

[/vc_tta_section][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-user” title=”SOBRE A INSTITUIÇÃO” tab_id=”sobre-a-instituicao” add_icon=”true”][vc_column_text]

Oswaldo Cruz

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Filho do médico Bento Gonçalves Cruz e de Amália Taborda de Bulhões Cruz, Oswaldo Cruz nasceu no dia 5 de agosto de 1872, em São Luís de Paraitinga, São Paulo. Ele viveu na cidade até 1877, quando sua família se transferiu para o Rio de Janeiro. Estudou no Colégio Laure, no Colégio São Pedro de Alcântara e no Externato Dom Pedro II.

Aos 15 anos, ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Antes de concluir o curso, já publicara dois artigos sobre microbiologia na revistaBrasil Médico. Em 24 de dezembro de 1892, formou-se doutor em medicina, com a tese Veiculação Microbiana pelas Águas. Seu interesse pela microbiologia levou-o a montar um pequeno laboratório no porão de sua casa. Contudo, a morte de seu pai, no mesmo ano de sua formatura, impediu o aprofundamento de seus estudos por um tempo. Somente em 1896 pôde realizar o seu sonho: especializar-se em Bacteriologia no Instituto Pasteur de Paris, que, na época, reunia grandes nomes da ciência.

Ao voltar da Europa, Oswaldo Cruz encontrou o Porto de Santos assolado por violenta epidemia de peste bubônica, e logo se engajou no combate à doença. Para fabricar o soro antipestoso, foi criado, em 25 de maio de 1900, o Instituto Soroterápico Federal, instalado na antiga Fazenda de Manguinhos, tendo como diretor geral o Barão de Pedro Afonso e diretor técnico o jovem bacteriologista. Em 1902, Cruz assumiu a direção geral do novo Instituto. Este, por sua vez, ampliou suas atividades, não mais restringindo-se à fabricação de soro antipestoso, mas dedicando-se também à pesquisa básica aplicada e à formação de recursos humanos.

No ano seguinte, Oswaldo Cruz foi nomeado Diretor geral de Saúde Pública, cargo que corresponde atualmente ao de Ministro da Saúde. Utilizando o Instituto Soroterápico Federal como base de apoio técnico-científico, deflagrou memoráveis campanhas de saneamento. Em poucos meses, a incidência de peste bubônica diminuiu com o extermínio dos ratos, cujas pulgas transmitiam a doença.

Guerra contra o mosquito

Ao combater a febre amarela, na mesma época, Oswaldo Cruz enfrentou vários problemas. Grande parte dos médicos e da população acreditava que a doença se transmitia pelo contato com as roupas, suor, sangue e secreções de doentes. No entanto, Oswaldo Cruz acreditava em uma nova teoria: o transmissor da febre amarela era um mosquito. Assim, suspendeu as desinfecções, método tradicional no combate à moléstia, e implantou medidas sanitárias com brigadas que percorreram casas, jardins, quintais e ruas, para eliminar focos de insetos. Sua atuação provocou violenta reação popular.

Em 1904, a oposição a Oswaldo Cruz atingiu seu ápice. Com o recrudescimento dos surtos de varíola, o sanitarista tentou promover a vacinação em massa da população. Os jornais lançaram uma campanha contra a medida. O congresso protestou e foi organizada a Liga contra a vacinação obrigatória. No dia 13 de novembro, estourou a rebelião popular e, no dia 14, a Escola Militar da Praia Vermelha se levantou. O Governo derrotou a rebelião, mas suspendeu a obrigatoriedade da vacina.

Oswaldo Cruz acabou vencendo a batalha. Em 1907, a febre amarela estava erradicada do Rio de Janeiro. Em 1908, uma epidemia de varíola levou a população aos postos de vacinação. O Brasil finalmente reconhecia o valor do sanitarista.

No mundo científico internacional, porém, seu prestígio era já incontestável. Em 1907, no XIV Congresso Internacional de Higiene e Demografia de Berlim, recebeu a medalha de ouro pelo trabalho de saneamento do Rio de Janeiro. Oswaldo Cruz ainda reformou o Código Sanitário e reestruturou todos os órgãos de saúde e higiene do país.

Em 1909, deixou a Diretoria Geral de Saúde Pública, passando a se dedicar apenas ao Instituto de Manguinhos, que fora rebatizado com o seu nome. Do Instituto lançou importantes expedições científicas que possibilitaram a ocupação do interior do país. Erradicou a febre amarela no Pará e realizou a campanha de saneamento da Amazônia. Permitiu, também, o término das obras da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, cuja construção havia sido interrompida pelo grande número de mortes entre os operários, provocadas pela malária.

Em 1913, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Em 1915, por motivos de saúde, abandonou a direção do Instituto Oswaldo Cruz e mudou-se para Petrópolis. Eleito prefeito daquela cidade, traçou vasto plano de urbanização, que não pode ver construído. Sofrendo de crise de insuficiência renal, morreu a 11 de fevereiro de 1917, com apenas 44 anos.

Ao voltar da Europa, Oswaldo Cruz encontrou o Porto de Santos assolado por violenta epidemia de peste bubônica, e logo se engajou no combate à doença. Para fabricar o soro antipestoso, foi criado, em 25 de maio de 1900, o Instituto Soroterápico Federal.

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