Apostila Câmara Municipal de Osasco – SP – Designer Gráfico, Fotógrafo e Programador de computador – Cod op3398

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Adquira já a Apostila Câmara Municipal de Osasco – SP comum aos cargos de Nível Médio : Designer Gráfico, Fotógrafo e Programador de Microcomputador

Material indispensável para o aqueles que almejam a se preparar para o próximo Concurso da Câmara Municipal de Osasco – SP, organizado pelo Instituto Mais.

modelo1Prepare-se com o Melhor conteúdo !
Apostila elaborada para a prova da Câmara de Osasco, direcionada aos cargos de Nível Médio.

A Apostila Câmara de Osasco 2016 foi totalmente revista e atualizada conforme o edital do Junho de 2016 contendo 242 páginas sendo disponibilizada nas versões : impressa ( formato livro enviado pelos correios) e digital pdf download (um link e liberado para baixar o material podendo estudar em seu iPad, Tablet, PC e Notebook)

No Mercado Concursos você pode comprar a Apostila da Câmara de Osasco, com total segurança e comodidade, através de cartões de crédito (a vista ou parcelado sem jurosou boleto bancário (a vista), oferecemos os melhores e mais seguros meios de pagamentos da internet como PagSeguro do UOL, Mercado Pago, Bcash, e Moip.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_tta_tour active_section=”1″ title=””][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-rocket” n_fontawesome=”fa fa-rocket” title=”OBJETIVO” tab_id=”concurso” add_icon=”true”][vc_column_text]

Concurso Câmara Municipal de Osasco 2016

Cargo :   DG, FOTO. E PROGRAMADOR (COMUM A TODOS)
Inscrições: de 13/06/2016 a 07/07/2016
Salário:   de R$ 3.540,73 à R$ 4.191,01 Provas : 07/08/2016
Nível : Médio
Vagas :06
Organizadora:  Instituto Mais / EDITAL: Acessar Taxa de Inscrição: R$ 54,00

Aberto concurso público para Câmara Municipal de Osasco, para o cargo de Designer Gráfico, Fotógrafo e Procurador de Microcomputador (Matéria Comum a Todos).

São 06 vagas, com remuneração de R$ 3.540,73 a R$ 4.191,01 e carga horária de 40 horas semanais. Para concorrer à vaga o candidato deve possuir nível médio.

As inscrições serão realizadas no endereço eletrônico do Instituto Mais, www.institutomais.org.br, no período de 13 de junho de 2016 a07 de julho de 2016. A taxa de inscrição é de R$ 54,00.

A prova está prevista para ser realizada no dia 07 de agosto de 2016.

[/vc_column_text][/vc_tta_section][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-pencil” title=”CONTEÚDO” tab_id=”materias” add_icon=”true”][vc_column_text]O Conteúdo da Apostila Câmara de Osasco – Nível Médio Contempla :

– Língua Portuguesa
– Matemática
– Conhecimentos Básicos de Legislação
– Noções de Informática
– Conhecimentos Gerais / Atualidades

[/vc_column_text][/vc_tta_section][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-book” title=”PROGRAMAÇÃO COMPLETA” tab_id=”conteudo-programatico” add_icon=”true”][vc_column_text]Conteúdo programático completo da Apostila Câmara de Osasco – Nível Médio.

LÍNGUA PORTUGUESA: Interpretação de Texto. Significação das palavras: sinônimos, antônimos, sentido próprio e
figurado das palavras. Ortografia Oficial. Pontuação. Acentuação. Emprego das classes de palavras: substantivo, adjetivo,
numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição, conjunção (classificação e sentido que imprime às relações entre as
orações). Concordância verbal e nominal. Regência verbal e nominal. Crase.

MATEMÁTICA: Resolução de situações-problema. Números Inteiros: Operações, Propriedades, Múltiplos e Divisores;
Números Racionais: Operações e Propriedades. Números e Grandezas Diretamente e Inversamente Proporcionais:
Razões e Proporções, Divisão Proporcional, Regra de Três Simples e Composta. Porcentagem. Juros Simples. Sistema
de Medidas Legais. Conceitos básicos de geometria: cálculo de área e cálculo de volume.

CONHECIMENTOS BÁSICOS DE LEGISLAÇÃO: Regimento Interno da Câmara Municipal de Osasco – Resolução nº
012/1994 e Lei Orgânica do Munícipio de Osasco, Promulgada em 5 de abril de 1990 e atualizada até a Emenda n° 29, de
11 de março de 2009.

NOÇÕES DE INFORMÁTICA :
Conhecimentos sobre princípios básicos de informática: Microsoft Windows, MS Office Word e Excel e Internet Explorer.
Versão 2007 e/ou versão atualizada.

CONHECIMENTOS GERAIS / ATUALIDADES : A parte de Atualidades versará de assuntos
veiculados nos últimos noventa dias da data da prova: Cultura e sociedade brasileira: música, literatura, artes, arquitetura,
rádio, cinema, teatro, jornais, revistas e televisão. Fatos e elementos de política brasileira. Descobertas e inovações
científicas na atualidade e seus impactos na sociedade contemporânea. Meio ambiente e cidadania: problemas, políticas
públicas, aspectos locais, nacionais e globais. Panorama local e internacional contemporâneo. Panorama da economia
nacional e internacional.

[/vc_column_text][/vc_tta_section][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-star” title=”DIFERENCIAIS” tab_id=”diferenciais” add_icon=”true”][vc_column_text]A Apostila Câmara de Osasco – Nível Médio foi atualizada com base no edital publicado recentemente o que torna o seu conteúdo atual e relevante.

Não basta estudar, coloque em prática seus conhecimentos, o  material conta com exercícios que seguem a linha de avaliação da banca examinadora do concurso, desta forma, você já fica familiarizado com a estrutura de prova.

Não perca tempo, antecipe seus estudos compre agora a Apostila para concurso da Câmara Municipal de Osasco no Mercado Concursos! Somos líderes de mercado na Distribuição de apostilas para concursos fornecemos materiais com  alto índice de aprovação de nossos consumidores[/vc_column_text][/vc_tta_section][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-user” title=”REQUISITOS E ATRIBUIÇÕES” tab_id=”requisitos-e-atribuicoes” add_icon=”true”][vc_column_text]

Requisitos para ingresso :  Ensino médio

Síntese das Atribuições:

Designer Gráfico : Executar programação visual de diferentes gêneros e formatos gráficos para peças publicitárias como livros, portais, painéis, folders e jornais; Desenvolver e empregar elementos criativos e estéticos de comunicação visual gráfica; Criar ilustrações; Aplicar tipografias; desenvolver elementos de identidade visual; Aplicar e implementar sinalizações; Analisar, interpretar e propor a produção da identidade visual das peças; Controlar, organizar e armazenar materiais físicos e digitais da produção gráfica produzida na Câmara Municipal; e demais atribuições que lhe forem destinadas.

Fotógrafo : Realiza o registro fotográfico de reuniões e sessões ordinárias, extraordinárias, solenes, itinerantes, de instalação da legislatura, eleição da Mesa Diretora, audiências públicas, entre outras; fotografa solenidades, inaugurações, congressos, visitas técnicas dos Vereadores, reuniões internas e externas, sempre que solicitado pela Mesa Diretora ou Presidente, além de outros eventos que tenham a participação oficial da Câmara Municipal; revela, trata, melhora, amplia, reduz e disponibiliza as fotografias aos Vereadores, servidores e demais órgãos da imprensa interessados; cria efeitos gráficos em imagens obtidas por processos digitais e as reproduz sobre papel ou outro meio; organiza e mantém organizado o arquivo fotográfico da Câmara Municipal; domina técnicas de iluminação, enquadramento e composição de cena; mantém e conserva os materiais e equipamentos fotográficos; orienta os servidores que auxiliam na execução de atribuições típicas; executar outras atividades inerentes ao cargo sempre que solicitado por seu superior imediato.

Programador de Computador : Estuda os objetivos do programa, analisando as especificações e instruções recebidas; elabora fluxogramas lógicos e detalhados, estabelecendo a sequência dos trabalhos de preparação dos dados a tratar e as operações do computador; converte os fluxogramas em linguagem de máquina, utilizando formulário de codificação; efetua a transcrição do programa em uma forma codificada, utilizando simbologia própria simplificando rotinas; realiza experiências, empregando dados de amostra do programa desenvolvido, prepara manuais, instruções de operação e descrição dos serviços, listagem, gabaritos de entrada e saída e outros informes necessários sobre o programa, redigindo e ordenando os assuntos e documentos pertinentes, para instruir operadores e pessoal de computador a solucionar possíveis dúvidas; modifica programas, alterando o processamento, a codificação e demais elementos, para aperfeiçoá-los; corrige falhas e atende a alterações de sistemas ou necessidades novas, dentre outras tarefas.

[/vc_tta_section][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-user” title=”SOBRE A INSTITUIÇÃO” tab_id=”sobre-a-instituicao” add_icon=”true”][vc_column_text]

Conhecendo a História da Câmara Municipal de Osasco / SP

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Em 19 de fevereiro de 1962, os 23 primeiros vereadores, o primeiro prefeito e o primeiro vice-prefeito  tomaram posse. A Câmara de Osasco, em sua 1ª Legislatura, juntou-se ao Poder Executivo e passou a criar condições para consolidar a autonomia do recém criado município de Osasco.

Assim, foi aprovado o orçamento e criado um quadro de funcionários públicos, tanto para o Legislativo quanto para o Executivo, a fim de possibilitar o funcionamento dos órgãos da administração.

Sobre esse acontecimento, o Dr. Aymoré de Mello Dias, Vereador da 1ª Legislatura disse: “O município de Osasco existia apenas no papel, era um distrito paulistano, ou seja, a administração pública era exercida por São Paulo. A nova cidade estava, claro, desprovida de qualquer bem móvel ou imóvel. Nós não tínhamos sequer um local para instalação dos órgãos públicos. A Câmara, por exemplo, foi alojada em um parque infantil e a Prefeitura ocupou um prédio que estava ruindo. Nós construímos o município do nada. Fizemos as leis básicas, que se tornaram o alicerce para o surgimento do município de Osasco. Como a cidade não existia, deve-se reconhecer o esforço conjugado de todos aqueles políticos que começaram a construir a cidade e que trabalharam em favor de seu progresso e de seu desenvolvimento”.

Em entrevista, outro Vereador da 1ª Legislatura, João Gilberto Port, afirmou: “Quando alcançamos o status de cidade em Osasco, havia apenas três ruas pavimentadas e cinco ou seis iluminadas. O resto era brejo, ruas de terra, esgoto a céu aberto. Era uma cidade por construir, com tudo por fazer. Aceitamos e acreditamos que podíamos construir uma cidade quando aceitamos lutar pela emancipação. Achávamos que era preciso libertar Osasco da capital de São Paulo e assumir a liderança desse movimento. Fomos presos pelo DOPS, respondemos processos em função do dia do plebiscito”, lembrou.

Vereador eleito para a 1ª Legislatura, Clóvis Assaf, certa vez declarou: “Osasco se emancipou numa época muito difícil, porque o prefeito de São Paulo, Prestes Maia, ficou devendo 800 milhões para a cidade e não pagou. O primeiro prefeito teve que fazer um levantamento aéreofotográfico para poder cobrar os impostos da ocasião. Aliás, com três meses, elegemos o primeiro presidente da Câmara. Depois, começamos a trabalhar com o governo do Estado, porque Osasco crescia vertiginosamente, sem ter uma praça, água ou esgoto. Não tínhamos nada, e o crescimento de Osasco era tremendo”, emocionou-se.

A grande preocupação dos vereadores e do poder Executivo também foi a propositura e aprovação de posturas e de leis que regulassem a vida da cidade, quanto às normas de edificações, saúde, instituição de taxas e impostos e isenções às indústrias que se instalassem em Osasco.

Nesta 1ª Legislatura, o Executivo foi autorizado a colocar imóveis à disposição do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Um para a instalação do fórum e outro para servir de moradia ao juiz da Comarca. Várias áreas foram desapropriadas para construção dos primeiros equipamentos públicos municipais, entre eles: parques infantis, escolas, praças e avenidas. Também nesta época, foram criadas, por lei, a Biblioteca Municipal Monteiro Lobato e a JUCO – Juventude Cívica de Osasco. Convênios foram firmados junto ao Estado de São Paulo para utilização de equipamentos de saúde estaduais e a criação de um Corpo de Bombeiros no município.

Hirant Sanazar, primeiro prefeito de Osasco, em entrevista declarou: “Nós fizemos convênios importantes com o Governo do Estado. Através do governador Carvalho Pinto, conseguimos o policiamento de Osasco e a transferência do ensino municipal para o ensino estadual, já que nesta época era do município de São Paulo”, contou.

Algumas leis foram criadas para anistiar as construções clandestinas, denominar ruas, subvenções às entidades assistenciais e outorga de Títulos de Cidadão Osasquense. O primeiro título foi a Auro Soares de Moura Andrade, Senador da República. O Executivo solicitou e a Câmara aprovou, após intensos e fervorosos debates, a abertura de concorrência pública para implantação do sistema de telefonia automática na cidade (DDD – discagem direta à distância), vencida pela COTESPA – Companhia Telefônica Suburbana Paulista -, empresa ligada ao grupo Bradesco. “Nós abrimos concorrência internacional para exploração da telefonia no novo município, criando o sistema DDD. Através desta iniciativa, Osasco passou a falar com o mundo inteiro”, comentou o primeiro prefeito.

Já nessa época, há o registro de autorização para abertura de crédito especial mediante a emissão de letras do tesouro municipal.

As leis 130 e 131, aprovadas no período, colocavam em evidência um assunto que, à época, ainda estava “quente” nos meios políticos da região: a emancipação de bairros da capital. Foram aprovadas as incorporações ao jovem município de Osasco dos bairros: Centro Industrial do Jaguaré, Vila Jaguara e Vila Piauí, bem como os altos da Vila dos Remédios.

“Na verdade, na ocasião, o Jaguaré pertencia a Osasco. Foi uma manobra política muito ‘malandra’ que fizeram, comenta Hirant. “O prefeito ‘engoliu’ essa situação por algum tempo e mais tarde tentou um plebiscito. Utilizou-se o plano qüinqüenal da Lei Orgânica, que regia todos os municípios, mas acabou perdendo na votação. Na minha opinião, não seria necessário um plebiscito, porque nas plantas e mapas de antigamente o Jaguaré constava como parte do 14º distrito de Osasco. Em relação à Vila Piauí e Vila Jaguara, eu tenho a impressão que não houve atuação jurídica adequada para poder reivindicar aqueles bairros para Osasco. Acho que nos dois casos faltou o trabalho de um jurista competente para poder fazer essa reivindicação valer. Com isso, Osasco perdeu uma parcela considerável daquilo que poderia ser hoje um território muito grande e uma fonte arrecadadora de grande valor para cidade”, relatou o Dr. Aymoré de Mello Dias.

Vida política no jovem município e a revolução

A vida política do país era muito conturbada naqueles tempos de 1964, e a frágil democracia vigente sofreu um duro impacto com o Golpe Militar de 1964.
Os partidos políticos, sindicatos e outras instituições foram fechadas e vários dirigentes presos. A acusação dos golpistas era a “corrupção” e a “subversão”.
Conforme relato do Vereador João Gilberto Port, líder estudantil na época, “com a constituição da Câmara, os Vereadores foram tratar dos seus subsídios, mas nós, os estudantes, nos movimentamos e lideramos a luta contra sua fixação. Os estudantes foram à porta da Câmara, onde houve até apedrejamento do prédio. Eu era o líder. Houveram diversas acusações, mas foram todas dissipadas durante o IPM (Inquérito Policial Militar), que se realizou em Quitaúna”.

Hirant Sanazar conta que “houveram 45 prisões no município, na área estudantil, metalúrgica e bancária”. Em fevereiro de 1966 a cidade sofreu intervenção federal, sendo que o prefeito e todos os vereadores foram presos e perderam os seus mandatos.

O Vice-Prefeito era o engenheiro Marino Pedro Nicoletti, este que havia disputado as primeiras eleições em outra chapa, pois naquela época, os vices eram eleitos em separado e o candidato que conseguisse maior número de votos ficava com a vaga.

Assim que assumiu o cargo, o Prefeito passou a sofrer oposição ferrenha do grupo de Nicoletti. Dessa forma, administrar e construir a nova cidade ficou muito difícil. “Me recordo que muitas vezes o Vice-Prefeito foi visto com militares no período que antecedeu o Movimento Revolucionário, levando informações a respeito da situação política da cidade. Foi quando eclodiu o Movimento em 31 de março de 1964 e os militares já estavam ligados a esse grupo. Eram ligados através da união do PL (Partido Libertador) e da UDN (União Democrática Nacional), partidos considerados antidemocráticos na ocasião”, explicou.

Então, fizeram denúncias anônimas, o que era suficiente para que um político fosse recolhido aos quartéis. Isso aconteceu por muitas vezes. Denúncias falsas, sem nenhum fundamento, que acabam por não condenar ninguém”, comenta o primeiro Prefeito. Segundo ele, “alegavam que os Vereadores teriam recebido propina para aprovar o projeto que entregaria os serviços telefônicos ao Bradesco (COTESPA). Como Prefeito, fui acusado de defender a entrega dos serviços telefônicos a uma Empresa da Alemanha Oriental (antiga Alemanha Comunista). A acusação dizia que eu receberia alguma contribuição daquele país. Um grupo apoiava a entrega ao Bradesco, talvez por razões de simpatia ao banco, que era novo na cidade de Osasco. Outro, em que eu fazia parte, entendia que deveria ser entregue a quem apresentava a proposta mais conveniente para a cidade. Acabaram não provando nada e o inquérito policial militar foi arquivado por falta de provas”, concluiu.

Os Vereadores chegaram a ser soltos e escoltados até a Câmara para votar a vacância do cargo do Prefeito, que foi substituído pelo Vice-Prefeito Marino Pedro Nicoletti.

Conforme o Vereador suplente à época, Hugo Crepaldi Filho, um fato curioso ocorreu em Osasco, a intervenção. Osasco foi um dos poucos municípios brasileiros que, em razão da Revolução de 64, teve o seu Poder Legislativo fechado. Isso ocorreu pois o mandato do então prefeito havia terminado”, afirmou.

Marcaram-se novas eleições, mas não chegaram a ser realizadas, em razão do fechamento dos partidos políticos. Assim, foi nomeado um interventor federal, o então Vice-Prefeito Marino Pedro Nicoletti. Foi através deste engenheiro, nomeado em 1966, que o Governo Federal se fez representar em Osasco. Naquela oportunidade, a mesma pessoa exercia as funções e atribuições dos Poderes Executivo e Legislativo. Por essa razão, encontram-se, ainda em vigência, alguns Decretos-Lei (feitos pelo Poder Legislativo e sancionados exclusivamente pelo Poder  Executivo, na figura do interventor). “Nós tínhamos eleições marcadas, e essas eleições foram suspensas em razão do fechamento dos partidos”, explicou Crepaldi.

Segundo o suplente, “uma das pessoas de grande valor naquela oportunidade foi Orlando Calasans, o primeiro Presidente da Câmara dos Vereadores de Osasco, que soube dar o pontapé inicial aos trabalhos do Poder Legislativo Municipal, apesar de todas aquelas dificuldades encontradas”, encerrou.

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